
Ao privilégio de chegar
— Eu aos portões do corpo
e aos portões da alma.
— Eu aos portões do corpo
e aos portões da alma.
A mulher a temperar
De sal e especiarias,
as qualidades e as graças
A movimentar-se, mãos, corpo e magia
em perfeito equilíbrio,
Todas as coisas devidamente veladas,
é ao mesmo tempo a olhar de esquiva o fogo
E este admirar ao mundo com a centelha que nos gera
Mais uma vez, novamente,
Assim assoma da natureza,
minha alma refletida,
assim como eu vejo além do nevoeiro da vida,
A luz, indizível plenitude
A beleza a que brindo,
com a cabeça aureolada inclinada, a luz a espargir dos dedos
A alma estendida e os abraços ofertados,
Abro os meus braços cruzados sobre o peito
E a recebo
Semente brotada do meu ser,
Parte encontrada de minha alma,
De sal e especiarias,
as qualidades e as graças
A movimentar-se, mãos, corpo e magia
em perfeito equilíbrio,
Todas as coisas devidamente veladas,
é ao mesmo tempo a olhar de esquiva o fogo
E este admirar ao mundo com a centelha que nos gera
Mais uma vez, novamente,
Assim assoma da natureza,
minha alma refletida,
assim como eu vejo além do nevoeiro da vida,
A luz, indizível plenitude
A beleza a que brindo,
com a cabeça aureolada inclinada, a luz a espargir dos dedos
A alma estendida e os abraços ofertados,
Abro os meus braços cruzados sobre o peito
E a recebo
Semente brotada do meu ser,
Parte encontrada de minha alma,
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