Mudaram os nortes, o chão está duro
As pedras afiadas, os pés mais sensíveis,
E a jornada está desafiando o ser,
Quero adivinhar a que hora da manhã o ônibus passa
A vida me espreita,
Visualizo os contextos vistos da janela quebrada
Há uma esfinge talhada em mistérios
Às constelações são os pontos de tempos parados
O amor é uma coisa abstrata,
Até cravar as suas unhas em minhas costas
Nesse riscar sagrado na umidade pura do chão
Mudam-se os rumos
As intenções, os corações e os ventos
Nas tendências de modas do mundo
O amor não passa desfilando
As pedras afiadas, os pés mais sensíveis,
E a jornada está desafiando o ser,
Quero adivinhar a que hora da manhã o ônibus passa
A vida me espreita,
Visualizo os contextos vistos da janela quebrada
Há uma esfinge talhada em mistérios
Às constelações são os pontos de tempos parados
O amor é uma coisa abstrata,
Até cravar as suas unhas em minhas costas
Nesse riscar sagrado na umidade pura do chão
Mudam-se os rumos
As intenções, os corações e os ventos
Nas tendências de modas do mundo
O amor não passa desfilando

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