Escrevi sem saber que imprecisas palavras
queriam dizer
Entre as formas que nós tomam, passeia a serpente
Indolente finge que não nos quer,
Tem jeito de tristeza e olhos de mulher,
Mas das formas se formam os cristais,
Deixai crescer os seus cabelos, cobrir seus seios à picada mortal,
Sem rotas traçadas a vida segue, o caminho você faz,
Olha a sua mão, o que está escrito?
O veneno não a matou, balançou de frêmitos o coração
Acelerou e você não morreu.
O amor não é fatal, As pessoas sim
Há pessoas raras diante de você
O tempo se abriu,
Com árvore onde cada galho canta o que os pássaros ensinam
O menino brinca, a alma seduz, as palavras chegam imprecisas,
Mas a música vale a pena ser ouvida,
Se o amor não valeu
Assina por mim aquilo que de poema vem do céu.
Entre as formas que nós tomam, passeia a serpente
Indolente finge que não nos quer,
Tem jeito de tristeza e olhos de mulher,
Mas das formas se formam os cristais,
Deixai crescer os seus cabelos, cobrir seus seios à picada mortal,
Sem rotas traçadas a vida segue, o caminho você faz,
Olha a sua mão, o que está escrito?
O veneno não a matou, balançou de frêmitos o coração
Acelerou e você não morreu.
O amor não é fatal, As pessoas sim
Há pessoas raras diante de você
O tempo se abriu,
Com árvore onde cada galho canta o que os pássaros ensinam
O menino brinca, a alma seduz, as palavras chegam imprecisas,
Mas a música vale a pena ser ouvida,
Se o amor não valeu
Assina por mim aquilo que de poema vem do céu.
Wilson Costa

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